Também não adianta usar as classes de prestígio,afinal,na maior parte das vezes você vai se apegar com uma e não escolher nenhuma outra.E é aí que entra as novas classes,criadas justamente para você,que usa o mesmo guerreiro a anos a fio,existem várias por aí,algumas overpower,outras nem tanto,mas e se você quiser criar uma?
- Entrar em um acordo com o mestre,ele muito provavelmente não tem noção de como é chato usar o mesmo fucking personagem toda fucking aventura,portanto é um passo difícil.
- Ao criar sua nova classe,tente fazê-la balanceada para não dar motivos ao mestre proibir (O GUNSLINGER NÃO É APELÃO, ESMANHOTTO!),e não a faça de qualquer jeito,pense se é aquilo mesmo que você vai usar pro resto da aventura.
- Pense se sua classe não vai causar inveja nos outros jogadores,pense que se você conseguir usar essa classe,vai ser o revolucionário da mesa,e os outros vão segui-lo,não os incentive demais,se não mais da metade do grupo vai ser composta de gunslinger's (isso é só um exemplo)
- Tenha noção e não faça uma classe do estilo "Viajante do Tempo" que tem uma pistola laser de anti-matéria,isso para matar kobolds,vai ser automaticamente negado.
Classes como essa nunca irão existir num mundo de D&D sério...O fato é que,quando as classes de prestígio não são o suficiente,novas classes devem ser autorizadas,afinal,o desenvolvimento não para no mundo real,uma hora ou outra tem que chegar a pólvora ou as maquinas a vapor,então por que não usa-las para ter um jogo mais dinâmico e menos previsível?
Na realidade,eu acho que os mestres deveriam parar com essa porra de pensamento fixo nas regras,e serem mais liberais.
Att:Dyo

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