Agora a historia da aventura que veio depois do incrível "Melô do Paladino Louco",uma das minhas primeiras vezes mestrando.
*Nostalgia mode on*
Nossa,isso faz tempo...Eu nem sabia as regras direito naquela época,agora sou um mestre velho que anda com o livro em baixo do braço. Tenho a sessão de armadilhas em uma mesinha no banheiro e etc....
*Nostalgia mode off*
Mas enfim,eu até tinha um historia mais ou menos. Eram ainda o Brux,o paladino maniaco,Todor,o Mago anão interpretado pelo japonês anão e o Ladino Não-lembro-o-nome,que eu chamei de guerreiro na aventura passada. Perdõem-me pelo meu erro. E entrava agora o novíssimo personagem do antigo mestre (que agora é co-autor aqui do Blog,palmas para o João), Dyo,o clérigo caótico e mau seguidor de Nerull (Nerull é fácil de escrever,quando eu resolver escrever a divindade do elfo ranger eu vou ter que puxar o livro).
Tudo muito lindo,tudo muito fácil. Agora,como eu ia dar continuidade aquela historia do castelo caindo do céu? Ok,pra tudo na vida tem um jeito,só pra morte é que não(que nada,Desejo pode tudo)
"A queda do castelo causou uma enorme comoção na cidade de....de..... Da capital da nação,que estava logo embaixo. O castelo destruiu um quarto da cidade,e não demorou para seus habitantes o nomearem "Distrito dos escombros"" Disse o mestre.
A historia do Dyo
Voltando ao assunto...
O ladino,agora PDM,perdeu a opinião e virou uma fria maquina de matar,como todos os PDMs do grupo. Acontece que eu sou o maior azarão no dado da historia,e eu era uma maquina fria de nada,no caso. Eu eventualmente tentei colocar ele na historia também,mas não foi muito bom.
Ok,o Clérigo era o veterano da mesa,o cara que puxava o grupo. Ele,junto com o paladino eram os ganchos da historia. O ladino era um ser dispensável e o Mago..... o mago.... o Mago tava reclamando que ele não tinha importância.
"Ok,vamos dar importância ao anão"pensou,inocentemente, o Mestre.
Resolvi colocar uma ninfa (que pode deixar as pessoas cegas) mágica para dar ao Anão uma visão especial do mundo. Ele poderia ver somente formas,mas a tendência das pessoas seria obvia para ele. Era tipo um 'ver tendencia' eterno. E o que acontece? A porcaria do Clérigo vai falar com ela antes do Anão acordar...
Agora temos um clérigo caótico e mau,adorador do deus da morte,usando uma foice,descrevendo detalhadamente cada ataque e vendo o mundo em preto e vermelho! Ok,vamos para a quest.
Ele partiram (sem motivo aparente) para uma caverna na montanha,onde encontraram alguns objetos animados. Até ai tudo bem. Encontraram um demônio no final,e uma fogueira mágica que transformava objetos normais em objetos animados. Ainda tudo certo. Um dos armários estava cheio de copos de cristal,e no fundo havia uma espada de cristal. O Paladino implorou aos companheiros que tivessem cuidado de não quebrar a espada pra ele poder usar. O Dyo não teve duvidas. Despedaçar(causa dano a objetos cristalinos. É claro que eu sabia que ele tinha isso,por que acha que eu coloquei afinal?) . eu considerei que o demônio fugiu e os armários simplesmente morreram com as explosões,estava rindo demais de Brux pra continuar.
Mas paladino que é paladino (e esse não era,mas mesmo assim) não desiste fácil.Pediu para o amigo lhe indicar os cacos vermelhos (Dyo via as coisas más em vermelho) e juntou todos. Quando chegaram na cidade os cacos tinham novamente se organizado em uma espada.
Nisso eu já não tinha historia e estava só no improviso.
Chegaram na cidade,botaram a espada guardada a sete chaves em um báu, e foram comer,que ninguém ali era de nível épico ainda. Eu acredito que Pjs de nível épico não precisam nem respirar.
Na volta encontraram o báu(da infelicidade) destruído e um buraco na parede,um buraco vertical,mais ou menos do tamanho de um lápis. Eles correram para ver o próximo quarto. A espada estava cravada na parede,enquanto uma aura maléfica saia dela. Dyo se adiantou e fez força para tira-lá da parede. Começou a ter visões e quase caiu desmaiado com o poder do Dark Side que tinha nela. É OBVIO que o paladino tentou usa-la no primeiro inimigo que apareceu. Que foi,no caso,um dragão. Primeiro eles arranjaram o apoio de uns gigantes de pedra que moravam por ali para bombardear o dragão vez após vez. Foram eles que mataram,não os Pjs,mas os Pjs ficaram com o credito. O credito e grifos que a governanta da cidade lhes deu como agradecimento.
Partiram em busca dos tempos sagrados de cada deus porque o clérigo mandou,basicamente. Nerull mandou ele fazer,e ele mandou os bros fazerem. Encontraram em um dos templos uma enorme sala cheia de antigüidades mágicas,mas o único que pegou algo foi,é claro,o Dyo. Ele pegou uma foice de prata que ativava os templos. Ah sim,Nerull queria ativar os templos para uma rebelião que ocorria nos planos. A eterna guerra entre bem e mal parecia chegar a um fim,e não seria nada legal pra humanidade. Quando terminaram de ativar a ultima um enorme raio roxo saiu da pedra onde a foice tinha sido cravada e voou em direção ao céu. Ouviu-se um barulho terrível,e os PJs correram pra longe,muito longe. Da segurança da distancia eles assistiram enquanto um relâmpago,um gigantesco relâmpago atingia a terra e abria uma cratera onde o templo havia estado. No fundo,um homem. Ao seu lado apareceu rápido mais um. Este trajava vestes pretas e uma mascara de teatro que parecia mudar de forma a cada momento.Colocou o desacordado nas costas. Então,novamente, o Honrado,Bondoso e Nobre CLÉRIGO CAÓTICO E MAU voou na direção do homem. Ele simplesmente correu em direção do grifo,fazendo um ataque certeiro de adaga que o atirou longe. Foi a unica vez na mesa que um Pj nosso foi nocauteado por um Deus.Os outros Levaram o seu corpo para a cidade,a fim de ressussita-lo,mas Nerull não mais o deixaria partir. Dyo tinha se tornado um Lich.
E assim acaba mais uma Canção De Bardo,essa pretty epic,dont you think?
Dyo virou um Lich,Brux acaba se tornando um algoz (que obviamente era sua vocação desde o principio) e a coisa mais terrivel ocorreu ao mago. Eu matei ele como personagem da forma mais terrivel que se pode. Eu casei ele.
Sou evil,daqui a algum tempo mais uma canção para vocês.

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